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quarta-feira, 8 de maio de 2013

A história de Matrix

 Tudo que eu li sobre Matrix era uma tremenda de uma mentira. Digamos que seja uma mentira no contexto de ficção, mas na vida real não era nada que eu pudesse ter imaginado. Os Irmãos Wachowski (Andy e Lana) são os produtores diretores e roteiristas da trilogia de Matrix. É isso que me intriga: uma fascinante história saindo de um histórico que não tem muito a ver com o que houve nessa trilogia de 1999.

 Matrix se baseia no cyberpunk (termo utilizado em elementos pós-modernismo, futuristas e de romances policiais.), em HQs, animes, filosofia e religião. Existe também muitas influências em Obras literárias como a de Neuromancer de Willian Gibson que conta a história de hackers e a concepção de Matrix. O Cyberpunk, traz uma visão de alta tecnologia, máquinas, áero-naves, robôs e uma vida fora da Terra. No filme, a Matrix é o mundo real em que acontece o apocalipse onde as máquinas dominam os humanos e os cultivam como fonte de energia, já que anteriormente acabaram com o céu para impedir a destruição da vida humana, e o mundo virtual que imita a vida na terra implantanto ideias no cérebro das pessoas.

A relação entre o filme Matrix e o mito da caverna, alegoria do filósofo Platão dá muito a entender sobre "libertar" a sua mente. É o que acontece com o personagem de Neo, em que ele consegue libertar sua mente para saber toda a verdade, que o que ele vive é uma mentira. Ele é considerado O Eleito, aquele que salvará e colocará um fim diante a dominação das máquinas pelos humanos.

 Os Irmãos Wachowski também produziram Animatrix, que é uma série contendo 9 episódios com mais informações que não foram contadas no filme. São nove diretores de animação diferentes para contar nove histórias diferentes sobre a Matrix. Veja o trailer:




 Se você ainda não viu Matrix, eu não sei o que você ainda espera.
 Liberte sua mente.
 Siga o coelho branco.

- Bond, James Bond.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Relacionamento aberto a sete chaves: Parte 1



Algumas histórias não são tão relevantes como esta que vou lhes contar de quando eu estava em uma missão em um baile de gala lá pelas barbas de Moulin Rouge um dos músicais mais famosos do cinema. Já pode imaginar o que virá a seguir não é? Mas vamos começar desde o princípio.

 Em 1976, lá estava eu de relógio Prada, de smoking a lá Fantasma da ópera perverso em uma Festa de Gala na mansão da família Couer para celebrar os futuros da sua companhia deixada pelos pais -por causa de um acidente trágico de carro há 4 meses- para a única filha Ester. Há um mês, havia acontecido um roubo de pedras raríssimas da coleção de joias da Sra. Ester Birdie Couer. Em que o bandido deixou pistas e rancor em seu coração. Ódio talvez.

 Primeiramente o bandido, ele amante de Ester, era conhecido da família. Próximo a Ester, que por sua vez, a falta de sua memória abafou o caso. Ela sempre teve amantes, mas nunca teve ninguém para lhe chamar de fiel. Por isso torna o caso ainda mais delicado, em que todos inclusive ela pode ser o suspeito. Nunca a vi, mas tenho uma foto com a descrição que me enviaram:

Longo cabelos pretos, Marylin’s dot (Pinta de Marilyn), herdeira da fortuna de seus pais Sr. e Sra. Eurácio e Berlinda Couer em Março de 1876 mortos em um acidente de carro. Órfã e única dona da empresa Couer Company. Sedutora (em negrito). Vigiar seus passos. Tome cuidado.

 Era quase meia-noite quanto avistei um movimento estranho. Tudo parecia bem, todos estavam rindo, mas já previa que algo ruim nisso tudo ia acontecer bruscamente em instantes. Ok pare. Já parecem histórias de Hercule Poirrot. Onde está o Glamour e as mulheres?

 Oh sim lá estava ela, Ester com seus olhos penetrantes, decididos e intensos que pareciam saber tudo sobre mim. Ela me encarava. Com seu cigarro entre as suas luvas de camurça, veio em minha direção deixando seu vestido justíssimo feito a mão transparecer. Não tirou os olhos de mim ao se aproximar. E quase me tocando os lábios não disse nada nem por um segundo até que seu Chanel N°5 me fez perder os sentidos:
            - Me espere lá em cima. Tenho o que você precisa.


Continua. 

- Bond, James Bond.